19.10.06

Marnie: Confissões de um coração ferido

From: Ronaldo Miranda

Hmmmm, envio outra trilha, meio óbvia.

Alguém já tinha escutado isso por inteiro?

Quanto ao lance do Tio Sam, sem muito estardalhaço, eu entendo da seguinte forma. Se eu te conheço, quando te encontro, abro um sorriso [mesmo que profissional] e te cumprimento. E não apenas quando estou ao lado de algum amigo em comum. Pronto. É simples.

Agora vale pra deus e o mundo: tudo certo que as pessoas sejam diferentes e ninguém precisa ficar fazendo piada e sorrindo o tempo todo, mas uma simpatia de vez em quando é bom e eu gosto. Se é pra fingir que não viu, cruze a rua.

Exemplos analíticos: nosso amigo Eduardo Logullo também parece a Maria Antonieta, mas ninguém pode negar que é uma Maria Antonieta do povo. ;-)
Lembro que uma vez Logullo foi pra Londres e acabamos nos encontrando. Acho que acabei dormindo no apartamento que ele estava hospedado, de uma socialite que fazia sucesso na época, esqueci o nome. Quer dizer, o cara é chic e vagabunda ao mesmo tempo. Vagabunda por encontrar comigo, claro.

Ó, eu durmi lá e ele até se insinuou, mas o Antonio é prova de que eu sempre dormi na casa dos outros e no máximo curtia um sucrilhos com morangos no café da manhã. Alguém já provou o sucrilho do Antonio?


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